Santa Catarina confirmou nesta segunda-feira (26) o segundo foco da doença de Newcastle em granja comercial. O caso foi registrado em uma propriedade de perus em Coronel Freitas, no Oeste, com cerca de 36,8 mil aves, quase seis vezes o plantel do primeiro foco, segundo boletim da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc).
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De acordo com a Cidasc, o foco foi identificado durante o monitoramento contínuo feito após o primeiro caso. Os procedimentos sanitários na granja de Coronel Freitas seguem em andamento.
Área de vigilância ampliada
Com a nova confirmação, a área de vigilância foi ampliada em 2,5 quilômetros a nordeste do perímetro original, incluindo mais 145 propriedades no monitoramento, oito delas comerciais.
O governo federal decretou emergência zoossanitária de 60 dias em Nova Itaberaba, Nova Erechim, Coronel Freitas e Águas Frias. A Cidasc ressalta que a inclusão no decreto não significa que todos os municípios tenham casos confirmados.
Primeiro foco e pombos
O primeiro foco foi registrado em Nova Itaberaba, em uma granja comercial com cerca de 6 mil perus. Mais de 6,5 mil aves foram eliminadas, e a limpeza e a desinfecção já foram concluídas. A propriedade está em vazio sanitário.
A Cidasc também detectou o paramixovírus aviário tipo 1 (PPMV-1) em pombos de vida livre com sinais clínicos em Marema. O Ministério da Agricultura informou que esse caso não tem vínculo epidemiológico com os focos comerciais e, pelos critérios da Organização Mundial de Saúde Animal, não é contabilizado como foco de Newcastle.
A Cidasc orienta os produtores a manterem as medidas de biosseguridade e a comunicarem imediatamente casos suspeitos ao escritório local ou pelo sistema e-Sisbravet.



